domingo, 9 de setembro de 2007

'Tanto rumore per nulla'. 'Vince la tensione'.

'Muito barulho por nada'. 'Vence a tensão'. Assim, continua a saga de Lady Cyntia à caça dos títulos 'operísticos' dados aos acontecimentos esportivos na Itália. Esses vêm do jornal cor-de-rosa: a Gazzetta dello Sport.

A começar, lamentável o comportamento dos torcedores italianos no estádio mais charmoso do país, o San Siro de Milão. As vaias quando da execução do hino francês são de mau gosto e de uma descortesia tremenda. Um desrespeito aos atletas e também com a nação a quem eles representam.

Achava que estava vendo um jogo de 'rugby'. Aliás, está acontecendo o mundial do esporte em algum lugar do planeta. Os rostos tensos, as mãos em punho e jogadas muito, muito desleais. Precisa dizer que Gattuso levou cartão amarelo?

Dá gosto rever Inzaghi com a 'maglia azzurra'. Para ele não tem bola perdida. E em algum lugar do planeta, na América do Sul, alguém diz: Ai que saudades do Luca Toni! Mas para quem não tem o 'tedesco bavário', resta o consolo do 'ariete juventino' Iaquinta. Para jogar e vencer em Kiev, vale tudo.

Aliás, em algum momento do jogo notei que na França jogava Anelka. Não acreditava no que via. Anelka? Depois, outro susto. Esse atendia pelo nome de Makelele. Tem algum time no Brasil que tem um jogador com esse nome. Qual?

O narrador da RAI, o Marco Civolli caprichou no sotaque francês dele. Mas tive que aguentar por 90 minutos o Fabio Capello. De novo?! Eu prometo, vou reclamar menos, mas nessas horas bem que preferiria ter abaixado o volume da TV. E para finalizar, a entrada do Di Natale. Aí, eu surtei de vez e pensei, a que ponto chegou a Itália?! A Itália no papel é ótima. Quando joga junto... Socorro. A França no papel mete medo. Quando joga junto... blá...blá...blá...

No fim, nem a camisa 'peacemaker' de Matrix serviu para aliviar o clima... 0 a 0.


Ver os jogos do Roger Federer na TV? Não tem preço. Me vou! Fui...