'I'm gonna make a change
For once in my life
It's gonna feel real good
Gonna make a difference
Gonna make it right...'
It's gonna feel real good
Gonna make a difference
Gonna make it right...'
Todos nós crescemos e caregamos com a gente um sonho. Uns querem uma casa, outros um carro. Há crianças nesse mundo que só desejam uma única coisa: ter uma vida.
Em países onde há guerra, os habitantes locais desejam paz. Em países onde há fome, um prato de comida por dia já faria a diferença.
Para aqueles que viveram a pressão e a renúncia à palavra dos regimes totalitaristas, o direito à livre expressão.
O mundo por perdeu seu Rei. Como ele, não houve nenhum outro. Recordista de vendas de discos. Um talento nato. Uma vida com retoques de crueldade pela incessante perseguição pela imprensa. Uma personagem excêntrica que não coube no frágil corpo de criança e que viveu sua vida tentanto manter-se assim. Alguém que fez de sua carreira uma constante fonte de notícias. Ele, como ninguém, viveu seu auge e queda intensamente.
Muitas vezes a dimensão do que vivemos só pode ser medida de acordo com o impacto que as notícias têm ao nosso redor. Acreditar que Michael Jackson, tão jovem, morreu, foi uma sensação estranha. Em um dado momento, cheguei a pensar na comoção pela morte dele, como um replay da trágica morte de Diana Spencer, ex-Princesa de Gales. mas não, não é possível traçar um paralelo entre ambas. São mundos distintos e, portanto, incomparáveis.
Só o futuro poderá nos mostrar o quanto pudemos testemunhar da história e evolução da música pop, que ouso dizer, se divide em antes e depois de Michael Jackson.
Em países onde há guerra, os habitantes locais desejam paz. Em países onde há fome, um prato de comida por dia já faria a diferença.
Para aqueles que viveram a pressão e a renúncia à palavra dos regimes totalitaristas, o direito à livre expressão.
O mundo por perdeu seu Rei. Como ele, não houve nenhum outro. Recordista de vendas de discos. Um talento nato. Uma vida com retoques de crueldade pela incessante perseguição pela imprensa. Uma personagem excêntrica que não coube no frágil corpo de criança e que viveu sua vida tentanto manter-se assim. Alguém que fez de sua carreira uma constante fonte de notícias. Ele, como ninguém, viveu seu auge e queda intensamente.
Muitas vezes a dimensão do que vivemos só pode ser medida de acordo com o impacto que as notícias têm ao nosso redor. Acreditar que Michael Jackson, tão jovem, morreu, foi uma sensação estranha. Em um dado momento, cheguei a pensar na comoção pela morte dele, como um replay da trágica morte de Diana Spencer, ex-Princesa de Gales. mas não, não é possível traçar um paralelo entre ambas. São mundos distintos e, portanto, incomparáveis.
Só o futuro poderá nos mostrar o quanto pudemos testemunhar da história e evolução da música pop, que ouso dizer, se divide em antes e depois de Michael Jackson.
'... I'm starting with the man in the mirror
I'm asking him to change his ways
And no message could have been any clearer
If you wanna make the world a better place
Take a look at yourself
And ten, make a change...'
I'm asking him to change his ways
And no message could have been any clearer
If you wanna make the world a better place
Take a look at yourself
And ten, make a change...'


5 psicadas:
O maior artista pop do século XX se foi.
Como escrevi no post abaixo, para quem viveu nos anos 80 a morte de Michal Jackson é um choque. Não é errado dizer que o ex-Jackson Five mudou a música. Depois dele, os vídeos musicais se tornaram verdadeiras superproduções e os shows se tornaram espetáculos pirotécnicos.
Goodbye MJ.
É, Michel. Vivemos esse período e hoje vemos o quanto a música se transformou a partir daí.
Entretanto, na cultura das celebridades, a morte de Jackson vai ser tão explorada quanto foram suas excentricidades.
Algo que nunca saberemos, e nem sei se deveríamos, é sobre as histórias de maus tratos e abuso que ele sofreu quando criança e que segundo muitos, contribuiram para formar uma personalidade tão complexa.
Costumo dizer que Freud, se vivo, teria assunto para escrever umas duas ou três versões sobre os seus '3 Ensaios Sobre A Sexualidade'. E enriquecer seus estudos, que já noséculo passado falavam um pouco sobre personagens polêmicas.
Mas voltando á música, Jacko deixa um incrível legado.
bj
Amanhã deixarei o vídeo de 'Give In To Me'.
As duas músicas escolhidas tem uma razão de ser: a participação de dois virtuosos da guitarra em tempos distintos.
Começando com o Eddie Van Hale. Não há uma vez que escute 'Beat It', que não me arrepie no solo de guitarra.
Cyntia, nunca fui fã do Michael Jackson porque o seu estilo de música está longe de ser o meu preferido. Apesar de tudo reconheço-lhe um talento enorme e singular que mudou por completo a música pop nos anos 80. Como todos os ídolos têm pés de barro, ele não foi excepção, sendo envolvido num rol de escândalos e cenas bizarras que contribuíram bastante para o seu nome ser escamoteado, insultado e deixado na lama pela generalidade de imprensa sensacionalista. Com ou sem razão, não há figura pública que veja a vida pessoal ser devassada pela imprensa 'cor de rosa' e os culpados não são os 'media' em si, mas o fã fanático, consumidor desse lixo a que chamam jornalismo. A analogia a Diana de Gales foi bem conseguida. Agora vão-se virar para quem? Cristiano Ronaldo e Paris Hilton? O ser humano é na sua essência mesquinho e cruel, não descansando até conseguir descobrir 'podres' nos iluminados pela fama.
Beijos e excelente semana
Não podeia mais estar de acordo com vc, JP. E costumo dizer algo semelhante por aqui também. Se há uma imprensa que se farta de publicar as chamadas crônicas cor-de-rosa, é, certamente porque há mercado que consome esse tipo de notícia. O que é algo que até pode ser justificado pela natural curiosidade das pessoas pela vida dos outros. Uma pena que ao invés de olhar para si, muitos, olham para a vida alheia fazendo dela uma atração.
bjinhos
Ps. Fui fá de Jackson na infância. Depois virei-me para o rock, sem abandonar algumas audições de canções que tem valor afetivo.
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